A família do futuro: desafios para a Medicina de Família no México

Autores

  • Ludvick Torres López Coordinador de Enseñanza de la Facultad de Medicina Humana “Dr. Manuel Velasco Suárez” Campus IV. Benemérita Universidad Autónoma de Chiapas. Profesor de Asignatura A de la Facultad de Medicina Humana “Dr. Manuel Velasco Suárez” Campus IV. Benemérita Universidad Autónoma de Chiapas. Vicepresidente de la Asociación Chiapaneca de Especialistas y Residentes en Medicina Familiar AC. Profesor Ayudante de la Especialidad en Medicina Familiar en la Unidad de Medicina Familiar Numero 11, IMSS, Chiapas. Médico Adscrito al servicio de Atención Médica Continua en la Unidad de Medicina Familiar Numero 11, IMSS, Chiapas.
  • Jesús Antonio Rosette Feliciano Residente de Tercer año de la Especialidad en Medicina Familiar, en la Unidad de Medicina Familiar Numero 11, IMSS, Chiapas.
  • Andrea Mejía Gálvez Residente de Segundo año de la Especialidad en Medicina Familiar, en la Unidad de Medicina Familiar Numero 11, IMSS, Chiapas.
  • Ana Isabel Villatoro Velazco Estudiante de 8vo B de la Facultad de Medicina Humana “Dr. Manuel Velasco Suárez” Campus IV. Benemérita Universidad Autónoma de Chiapas. Chiapas, México.
  • Paola Elizabeth Zárate Zarco Estudiante de 8vo B de la Facultad de Medicina Humana “Dr. Manuel Velasco Suárez” Campus IV. Benemérita Universidad Autónoma de Chiapas. Chiapas, México.
  • José Ángel Esteban Cruz Estudiante de 8vo B de la Facultad de Medicina Humana “Dr. Manuel Velasco Suárez” Campus IV. Benemérita Universidad Autónoma de Chiapas. Chiapas, México.

DOI:

https://doi.org/10.62514/amf.v28i4.269

Palavras-chave:

Medicina de Família, Envelhecimento Populacional, Funcionamento Familiar

Resumo

Objetivo: Analisar as mudanças na estrutura e função familiar, suas projeções futuras e as implicações clínicas para a Medicina de Família no México. Métodos: Revisão narrativa da literatura recente nas áreas demográfica, sociológica e clínica (Censo INEGI 2020, projeções CONAPO 2023-2024, metanálises e estudos longitudinais 2010-2025), integrando evidências quantitativas e qualitativas sobre domicílios, redes de parentesco, gerações e tecnologias emergentes. Resultados: No México, 61,5% dos domicílios são nucleares, 24,3% são extensos e 12,4% são unipessoais (Censo de 2020), com uma média de 3,6 ocupantes e 32,6% sendo mulheres. A taxa de fertilidade caiu para aproximadamente 1,88 (2019) e a projeção é de aproximadamente 1,54 em 2050 (1,49 em 2070), com os idosos representando 24,1% da população em 2050. Globalmente, as redes de parentesco irão diminuir em aproximadamente 38% até 2095, aumentando os riscos de solidão, sobrecarga do cuidador e descontinuidade do tratamento. O funcionamento familiar (coesão, conflito, apoio) é um melhor indicador de resultados de saúde do que a estrutura familiar em si, independentemente de ser nuclear, monoparental, com pais do mesmo sexo ou “escolhida”. Conclusões: A Medicina de Família deve adotar avaliações funcionais atualizadas (genogramas expandidos, incluindo redes de pessoas que não coabitam e cuidadores reais), priorizar a triagem para solidão digital, violência e sobrecarga do cuidador, e integrar vias de coordenação social para o envelhecimento com escassez de cuidadores informais. Não existe um modelo familiar “superior”; o foco deve ser na proteção e no risco real.

Publicado

2026-10-01

Como Citar

Torres López, L., Rosette Feliciano, J. A., Mejía Gálvez, A., Villatoro Velazco, A. I., Zárate Zarco, P. E., & Esteban Cruz, J. Ángel. (2026). A família do futuro: desafios para a Medicina de Família no México. Archivos En Medicina Familiar, 28(4), 185–190. https://doi.org/10.62514/amf.v28i4.269

Edição

Seção

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